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No momento essa modalidade de atenção domiciliar embora atuando prevalentemente no setor privado, é de forma incipiente - 1% do número de empresas comparado aos Estados Unidos -, mas é uma importante opção estratégica a ser considerada pelos organismos reguladores da assistência à saúde no Brasil, dentro desse repensar do modelo atual, e que possa assegurar um padrão de qualidade assistencial por todos desejada.

Considerando que existam no Brasil atualmente cerca de 4.000 pacientes em atendimento domiciliar, enquadrados na categoria de INTERNAÇÃO DOMICILIAR, estima-se que cerca de 16.000 profissionais de enfermagem e 400 médicos estejam em atividades profissionais diretamente vinculadas a esses pacientes. Além da participação interdisciplinar de centenas de outros profissionais de saúde como fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, assistentes sociais e fonoaudiólogos. Trata-se portanto de um segmento com uma imensa participação como provedora de bem estar social.

O cuidado dos doentes em casa assume, uma vez mais, um lugar mais significativo no sistema de cuidados à saúde. Com os serviços ampliados, e tecnologia avançada através das organizações de Home Care, os pacientes podem agora permanecer em suas casas. Os serviços vão desde cuidados de enfermagem e auxiliares capazes de cuidar dos cuidados ocupacionais, respiratórios e outros, até serviços de assistência social, nutrição, laboratório, dental, farmácia, raios-x e equipamentos e suprimentos médicos.

Os serviços são contratados e pagos diretamente pelo paciente e/ou seus familiares, ou através de vários serviços públicos, operadoras de planos ou seguros de saúde que passaram a oferecer esse tipo de atenção a seus segurados.


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