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Sono nos transportes


A sociedade chamada National Sleep Foundation que estuda os problemas do sono da população americana é uma ONG que faz enquetes com a população para ajudar as autoridades medicas e governamentais a direcionar as soluções sobre esse tema. A entidade lançou recente o relatório Sono 2012 na América.

É a primeira pesquisa de hábitos do sono de profissionais do transporte e seu desempenho no trabalho. Os resultados não são tranquilizadores.

A pesquisa utilizou uma amostra de 1.087 adultos que trabalham em transportes comparando com 292 pessoas que não trabalham em transportes que serviram de controles, essa desproporção é cientificamente correta, pois os controles são de idade, sexo e nível de escolaridade semelhantes . No grupo A que trabalham com transporte foram incluídos 202 pilotos de avião, 203 motoristas de caminhão, 180 trabalhadores ferroviários, e 210 motoristas de táxi, ônibus e limusines.

Resultados alarmantes, pois Vinte e três por cento dos pilotos e 26 por cento dos operadores ferroviários reconheceu que a sonolência afeta o seu desempenho no trabalho pelo menos uma vez por semana. Isso inclui admitir que cometeu um erro grave que comprometia a segurança dos passageiros.Dezoito por cento dos operadores de trem e 14 por cento dos motoristas de caminhão confidenciou que eles tiveram próximos de dormir na direção como resultado dessa sonolência.

Em comparação as pessoas que serviram de controle somente 17 por cento tiveram uma situação de sonolência E, claro, as consequências de um piloto cochilando no momento errado é bem mais grave.

Assim, o público está colocando sua vida nas mãos de pessoas que estão bem menos descansadas do que um trabalhador médio. O estudo apontou 57 por cento dos operadores de trem e 50 por cento dos pilotos afirmaram que raramente ou nunca tiveram um sono de boa qualidade em noites depois do trabalho. . A pesquisa também revelou que os pilotos e operadores de comboios têm seis vezes mais acidentes de carro quando vão e voltam do trabalho em relação aos controles.

Parte do problema é o sistema de escalas no ramo de transporte em que trabalham.Quarenta e quatro por cento dos operadores de trem e 37 por cento dos pilotos relatam que eles não têm o tempo suficiente de sono por causa de sua programação isso ocorre em 27 por cento no grupo do controle . A enquete também confirmou que entre os profissionais os horários mudam frequentemente a cada semana, que não permitem o estabelecimento de ciclos normais de sono-vigília.

Fonte: http://ram.uol.com.br/materia.asp?id=2167