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Home Care e sua importância


O Home Care de fato vêem ganhando cada vez mais espaço no nosso país, mas não só por ter sido mais divulgado, pela qualidade e compromisso que o trabalho requer e tem exercido com maestria.

Primeiramente é preciso destacar os pontos que diferem uma internação hospitalar de uma internação domiciliar para entender como funciona e o porquê da preferência dada aos pacientes de ficar em sua própria casa.

A Atenção Domiciliar caracteriza-se por serviços prestados, no âmbito do domicílio, ao paciente que já superou a fase aguda do processo patológico, encontrando-se hemodinamicamente estável, mas que ainda necessita de recursos terapêuticos hospitalares.

Compreende ações pautadas em uma concepção de “saúde–doença” que buscam a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação do paciente em seu lugar de referência: o lar.

Ou seja, casos de pacientes idosos em sua maioria, ou até mesmo jovens que possuem doenças crônicas ou graves, tais como: Diabetes, Hipertensão, Feridas, Dores constantes...

 

A internação domiciliar apresenta custos menores do que a hospitalar, que podem variar conforme o tipo de patologia, período de internação hospitalar, gastos anteriores ao atendimento domiciliar, total de gastos no domicílio, tempo que o paciente permanece no período após a alta sem reinternações hospitalares e das necessidades de utilização dos serviços de saúde.
Ou seja, casos de acidentes, traumas, cirurgias, complicações e casos mais específicos que já são considerados estáveis e fora de perigo, mas que ainda precisam de cuidados.

Atenção Domiciliar é o termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação do paciente, desenvolvidas em domicílio.

Admissão em Atenção Domiciliar é o processo que se caracteriza pelas seguintes etapas: indicação, elaboração do Plano de Atenção Domiciliar e início da prestação da assistência ou internação domiciliar.

Alta da Atenção Domiciliar é o encerramento da prestação de serviços de atenção domiciliar em função de: internação hospitalar, alcance da estabilidade clínica, cura, pedido do paciente e/ou responsável, óbito.

 

Assistência Domiciliar é o conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio. Quando o paciente necessita da intervenção de serviços médicos ou de enfermagem apenas para a realização de procedimentos específicos como, por exemplo, a administração de medicamentos por via parenteral ou a realização de curativos complexos.

 

Cuidador é a pessoa com ou sem vínculo familiar capacitada para auxiliar o paciente em suas necessidades e atividades da vida cotidiana. Ou seja, o responsável pelo paciente em sua residência, todas as vezes que a equipe médica não estiver por perto.

Um aspecto muito importante na Internação Domiciliar é todo o equipamento e equipe de apoio que é disponibilizado de acordo com a necessidade de um paciente. Pode ser definida como uma atividade de cuidados à saúde realizada no domicílio como alternativa à hospitalização, para pacientes com quadro clínico estável e que dependam continuamente de cuidados especializados de uma equipe multiprofissional, coordenada e supervisionada por um médico.
Envolve a transferência de aparato tecnológico específico para o domicilio, disponibilidade de serviços de transporte externo para emergências, exames especializados, fornecimento de medicamentos e monitoramento constante do paciente e da família.

 

No sentido de padronizar condutas, procedimentos e responsabilidades, o Homw Care tem em sua definição genérica de Internação Domiciliar a alternativa de dividi-la conforme o grau de atuação em:

  • ID - Alta Complexidade - utiliza-se de toda tecnologia hospitalar compatível com o ambiente domiciliar, exceto os níveis de intervenção que caracterizem procedimentos inerentes ao âmbito hospitalar. (24horas de enfermagem)
  • ID - Média Complexidade - paciente com quadro clínico que não necessite de: ventilação mecânica invasiva e não invasiva, monitorização contínua, assistência de enfermagem intensiva, aplicação contínua ou complexa de medicamentos.  (12 horas de enfermagem).
  • ID – Baixa Complexidade – paciente necessita de cuidados médicos e de enfermagem por conta de demandas de enfermagem, requerendo a permanência de profissionais por pelo menos seis horas diárias na casa do paciente.

Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar – EMAD são profissionais que compõem a equipe técnica da atenção domiciliar, com a função de prestar assistência clínico-terapêutica e psicossocial ao paciente em seu domicílio.

Plano de Atenção Domiciliar – PAD é o documento que contempla um conjunto de medidas que orienta a atuação de todos os profissionais envolvidos de maneira direta e ou indireta na assistência a cada paciente em seu domicílio desde sua admissão até a alta.

Serviço de Atenção Domiciliar – SAD é a Instituição, pública ou privada, responsável pelo gerenciamento e operacionalização de assistência e/ou internação domiciliar.

Tempo de Permanência é o período compreendido entre a data de admissão e a data de alta, reiternamento ou óbito do paciente.


Comparado ao atendimento hospitalar podemos diferenciar e destacar os seguintes aspectos:

Permitir melhores condições para a reintegração no grupo familiar ou de apoio;

Promover iniciativas de saúde, higiene e nutrição, visando maior autonomia do paciente e de seus familiares quanto às atividades da vida diária – AVD;

Estimular experiências simples ligadas à educação em saúde;

Intensificar os períodos livres de intercorrências hospitalares em pacientes crônicos;

Prevenção precoce de complicações no domicílio;

Humanização do tratamento do paciente.

Perfil dos pacientes para home care

Incapacidade temporária ou definitiva para atividades da vida diária (AVD);

Atraso no desenvolvimento cognitivo e físico;

Limitação funcional decorrente de sequelas;

Dependente de tecnologia para manutenção da vida;

Necessidade de cuidados contínuos diários ou monitorização por pessoa capacitada.

 

5.1 Critérios de Elegibilidade

Paciente clinicamente estável que necessite completar o tratamento sob supervisão médica e de enfermagem;

Treinamento do paciente ou do cuidador frente às suas novas condições, limitações e necessidades clínicas;

Término de terapia injetável;

Realização de curativos complexos;

Necessidade de nutrição parenteral total;

Portadores de doenças crônicas, com histórico clínico conhecido, em períodos de descompensação aguda com instabilidade leve a moderada;

Processos infecciosos prolongados ou recidivantes;

Cuidados paliativos: pacientes terminais em fase avançada, em uso de analgesia parenteral;

Aprovação da família e do paciente, especialmente no que se refere às regras que regem a assistência domiciliar;

Presença de um cuidador hábil, disponível 24 horas por dia;

Residência compatível para assistência domiciliar: suprimento de água potável, energia elétrica, meio de comunicação de fácil acesso, e ambiente com janela, específico para o paciente;

Facilidade de acesso ao domicílio para veículos e ambulância.

 

5.2 Contraindicações

 

Instabilidade clínica;

Portador de moléstia aguda sem diagnóstico;

Terapêutica de cunho cirúrgico;

Terapêutica domiciliar inviável;

Ausência de cuidador;

Não aprovação pelo médico assistente;

Não aprovação pelo paciente/família;

Ausência de domicílio ou domicílio sem estrutura física mínima, sem condição de acesso e segurança;

 

Como receber a aprovação para ter assistência domiciliar?

Para instalação da Assistência Domiciliar são necessárias as seguintes aprovações:

  • Do médico auditor externo da Tempo CRC PE: uma vez preenchidos os critérios de elegibilidade e aplicabilidade da assistência, definindo o plano terapêutico, conforme o resultado das tabelas ABEMID (ANEXO I);
  • Do Médico Assistente: concordando com o plano terapêutico;
  • Da Enfermeira auditora (Tempo CRC SP) – analisa os orçamentos enviados pelas empresas de home care;
  • Da Coordenação de Auditoria Médica do Sassepe – que aprovará o orçamento da empresa de Home Care que for a próxima no rodízio por complexidade;
  • Do paciente/família ou responsável legal: concordando com plano terapêutico;
  • É obrigatória a assinatura e concordância, por parte dos responsáveis pelo paciente, de um “Termo de Responsabilidade” (ANEXO II) para o Atendimento e Internação Domiciliar, o qual terá validade inicial de 30 dias e renovações subseqüentes com validade de igual período (30 dias) conforme evolução do paciente.


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