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Saúde ao alcance de todos - Coluna Cidadania


26.08.2011

Estar atento à realidade do sistema de saúde do nosso Estado, para quem integra o setor, se faz necessário. Um hospital, privado ou não, para se manter em operação, tenta diariamente também sua sobrevivência.

Devemos acompanhar com interesse a luta dos que têm como negócios serviços hospitalares e buscar, permanentemente,  novas soluções e possíveis parcerias para otimizar nossos negócios. As Home Care existentes em Pernambuco já oferecem oportunidades eficientes  de transferência de pacientes que, após certo período de internamento, já não mais é possível ali permanecer. Seja por diferentes motivos. A análise de custo/benefício a ser feita pelos hospitais gerará argumentos para apoiar essa opção como estratégia de redução de gastos. Muitos, após estudos aprofundados, já optam por incentivar familiares a transferir seus doentes para o regime domiciliar.

Por que essa parceria deve ser feita? Para viabilizar serviços, otimizar o sistema e, ainda, barrar altos custos que às vezes encarecem os negócios  de saúde. É preciso, no entanto, atuar com maior eficiência no diagnóstico e em casos agudos.

Se não é simples falar em custos quando falamos de tratamentos de saúde, por parecer desumano, pode ser compreensível: os hospitais recebem pelos seus serviços de acordo com tabelas pré-negociadas com os planos de saúde. No caso dos pacientes onde seu prognóstico indica um longo período de internação hospitalar, o home care pode sim contribuir para uma significativa economia para as fontes pagadoras e pelo período de recuperação junto aos seus familiares. Nestes casos, os hospitais cumprem seu papel, estabilizando o paciente e o tirando da fase aguda da doença. Mas saúde em casa é cara, dirão alguns. Mas a realidade já aponta para essa prática. Em alguns estados, como Alagoas, por exemplo, este serviço já é público. Aqui também poderia ser.  Aliás, tramita um Projeto de Lei - Nº 60/2011, do vereador Vicente André Gomes, que criará o Pronto Atendimento no Lar (Prontolar), que nada mais é do que home care em três estágios (atenção, assistência e internação domiciliar). Basta lutemos para que esse seja aprovado e leve melhorias para todos.

É uma discussão frágil  analisar  a  relação entre benefício e malefício que o home care representa ao hospital.  Dizer que este sistema

oferece mais desvantagens não corresponde à verdade. Nos parece que a parceria entre os hospitais e os serviços de home care são, portanto,  oportunas para este mercado.

Leia o artigo completo clicando aqui.

*Fonoaudióloga. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.