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Fast food: site lista 5 estragos que a dieta traz ao cérebro


Novo estudo mostra que uma dieta rica em gordura torna mais difícil a apreciação de arte e música

A exposição a alimentos fast food torna mais difícil a apreciação da arte e música, de acordo com um novo estudo feito pela Universidade de Toronto. Os pesquisadores descobriram que apenas ver logotipos e ou lanches de redes fast food, sem mesmo ingeri-los, pode provocar impaciência e tornar mais difícil curtir experiências agradáveis, como ouvir uma ópera ou olhar fotos da natureza.

O tipo de comida produz gratificação instantânea e torna a pessoa mais inquieta, disse o coautor do estudo Sanford DeVoe. Além do mal para o corpo, confira a seguir uma lista de estragos provocados no cérebro.

Conta bancária: em outro estudo dos mesmos pesquisadores de Toronto, os participantes puderam escolher entre um prêmio em dinheiro no dia seguinte e outro um pouco maior na semana seguinte. Aqueles convidados a escolher em pé ao lado de um restaurante de fast food foram 40% mais propensos a optar pelo menor pagamento, mais rápido do que aqueles que foram questionados perto de um restaurante de serviço completo.

Fome: você já se perguntou por que tantas cadeias de fast food usam as mesmas cores em seus logos? O esquema de marketing não é coincidência. Estudos descobriram que ver a combinação de vermelho e amarelo ajuda a alavancar o metabolismo, aumentando a fome.

Ansiedade: pesquisadores canadenses encontraram ratos que seguiram uma dieta com alto teor de gordura e que ficaram mais ansiosos. A ingestão de alimentos ricos em açúcar e gordura realmente muda a atividade química em seu cérebro causando sinais de abstinência e depressão caso o consumo seja interrompido.

Dependência: um estudo do Instituto de Pesquisa Scripps descobriu que quando ratos comem alimento gorduroso, carregados de açúcar - como os encontrados em menus de fast food -, podem adquirir o hábito de comer compulsivamente. Em outro estudo recente feito pelo Connecticut College, ratos de laboratório demonstraram a mesma dependência ao tipo de alimento e por cocaína ou morfina.


Fonte: Portal Terra Saúde