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Dia Nacional de Combate à Hipertensão é marco da luta contra 300 mil mortes por ano


A Campanha de prevenção e combate à Hipertensão, que acontece no dia 26 de abril deste ano e reúne a Sociedade Brasileira de Hipertensão, Cardiologia e Nefrologia, e da Federação Nacional das Associações de Portadores de Hipertensão Arterial, marca a luta contra a pressão arterial.

A doença que mata 300 mil brasileiros anualmente, 820 mortes por dia, 30 por hora ou uma a cada 2 minutos, em Campanha com ampla agenda de ações, divulgação nacional e apoio intereligioso, com o tema "Tratar a hipertensão é um ato de fé na vida".

A 1ª Caminhada pela vida e contra a hipertensão na cidade paulistana, terá partida do Centro de São Paulo, Praça da Sé (Marco Zero) até o Teatro Municipal a partir das 09h do dia 26 de abril. O evento aguarda 4 mil pessoas entre as entidades envolvidas e o público participante.

A Campanha inova ao ampliar sua divulgação com parceiros como, Conselho Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com 15 mil igrejas católicas, o Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) que congrega para 6 diferentes religiões, Conselho e a Confederação Israelita do Brasil (CONIB) que também apoiam a campanha. Para conscientizar os fiéis sobre a necessidade de prevenir e tratar a hipertensão, as entidades ligadas às associações participam com a atitude de conscientização do tratamento da doença durante os cultos e missas religiosas desta semana em diversos pontos do país. Será lembrado sobre a importância da aferição da PA (pressão arterial) e da manutenção do tratamento. Serão distribu&iacu te;dos 5 milhões de panfletos sobre os 10 mandamentos para prevenção e controle da hipertensão.

As Ligas da Sociedade Brasileira de Hipertensão também terão forte participação este ano no país. Serão realizadas atividades de medição da pressão arterial, ações educacionais e promoções de atividades físicas. 

PRINCIPAIS DADOS:

A gravidade da doença:

Anualmente, quase trezentas mil pessoas morrem no Brasil de doenças cardiovasculares, mais da metade decorre da pressão alta.

As doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior número de óbitos no Brasil, seguido por mortes por câncer e causas externas (como violência).

A pressão alta é uma doença democrática que não discrimina sexo, faixa social ou idade.

A pressão alta atinge 30% da população adulta brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil.

A pressão alta é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

A pressão alta é grave, também, por ser uma "inimiga silenciosa", pois muitas vezes o paciente não sente nada. As manifestações mais comuns a ela atribuídas, entre as quais dor de cabeça, cansaço, tonturas, sangramento pelo nariz podem não ter uma relação de causa e efeito com a elevação da pressão arterial.

A pressão alta não tem cura.

A importância da conscientização do controle e tratamento:

As graves conseqüências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento.

Em apenas 29% das consultas médicas no Brasil se faz a medição da pressão.

Apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença. 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento, após melhora inicial da pressão arterial.


Fonte: http://www.sbh.org.br/geral/noticias.asp?id=115