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A importância da Enfermagem na Humanização do paciente oncológico



A importância do profissional de Enfermagem na humanização do paciente oncológico é ajudar a promover o alívio da dor física e emocional e de outros sintomas e situações estressantes pelos quais  o paciente passa, como cirurgia, sessões de Radioterapia e aplicações de Quimioterapia, por exemplo.

Na semana em que se comemora o Dia da Enfermagem (12/5), o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) ressalta a importância desse profissional para o cuidado com os pacientes, especialmente os portadores de câncer.O trabalho de Humanização na área da Enfermagem visa orientar os profissionais para enxergar o paciente de forma individualizada, de acordo com suas necessidades: “É importante que o profissional crie um vínculo de aproximação com o paciente, enxergando-o de forma individualizada e respeitando seu momento de expectativa, ansiedade, desejos e insegurança”, explica a diretora de Serviços Assistenciais do IBCC, Débora Montezello, que assegura: “Isto é atendimento humanizado na área hospitalar”.

A importância do profissional de Enfermagem na humanização do paciente oncológico é ajudar a promover o alívio da dor física e emocional e de outros sintomas e situações estressantes pelos quais  o paciente passa, como cirurgia, sessões de Radioterapia e aplicações de Quimioterapia, por exemplo. Para a diretora do IBCC, “o profissional, ao prestar  atendimento ao paciente,  deve agir de forma holística, visando a promoção da saúde e o bem-estar do paciente e de sua família e minimizando o sofrimento da hospitalização e do diagnóstico da doença” .

Para pacientes em estado de Cuidados Paliativos (fora de condições terapêuticas), o profissional de Enfermagem deve ter a consciência de que os cuidados não se baseiam em protocolos, mais sim em princípios. O enfermeiro deve iniciar ações de prolongamento de vida buscando todas as medidas necessárias para compreensão e o manejo dos sintomas de cada paciente: “Para trabalhar com pacientes já em estado paliativo é preciso entender que esta área não exige apenas a técnica, mas também a relação humana. Nesse período, o paciente requer acolhimento e atenção”, conclui Débora.

Testamento Vital

Na prática, Cuidados Paliativos visa oferecer dignidade e diminuição do sofrimento aos pacientes com doenças sem chances de cura, como o câncer em estado avançado. Neste sentido, vem crescendo o número de pacientes, principalmente no exterior, que deixam registrado um documento escrito como gostaria que fosse o seu tratamento diante de um diagnóstico sem chances de cura, o chamado Testamento Vital. Nele, o paciente descreve a quais tipos de apoio ao tratamento deseja ser submetido, como respiradores artificias e sonda para alimentação, por exemplo.

Sobre IBCC

O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) foi fundado em maio de 1968, no bairro da Mooca, em São Paulo. O hospital é referência no tratamento do câncer. Em 2013, o IBCCrealizou 99.545 consultas, 7.596 cirurgias, 7.248 internações, 15.707 mamografias, 21.380 ultrassonografias, 11.946 tomografias computadorizadas, 20.334 aplicações de Quimioterapia e 35.334 sessões de Radioterapia.

 

Fonte: http://www.jornaldiadia.com.br/news/noticia.php?Id=26833#.U3JWR4FdVWI