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Qualidade de vida e saúde está relacionada também com boas noites de sono

Não dormir bem pode até comprometer a audição. Além disso, a Interne lembra que o sono está relacionado também com a manutenção e conservação de energia do corpo.  

Quem não gosta de ter uma boa noite de sono e acordar cheio de disposição? Pois é, o ato de dormir bem possui uma importante função restauradora em nosso corpo. É o que nos permite dizer que qualidade de vida e saúde está relacionada com uma boa qualidade do sono. 

Pode parecer um simples hábito natural da vida – mas o sono, cada diz mais, tem ganhado uma enorme relevância na qualidade da saúde da população. A cada dia que passa, as pessoas estão mais estressadas, atarefadas com estudos e trabalho, e ainda se alimentando inadequadamente. E tudo isso interfere na qualidade do sono, pois não basta deitar em uma cama e dormir por oito horas, é preciso ter um sono de qualidade, verdadeiramente restaurador. O tempo que cada pessoa precisa dormir, inclusive, é apenas uma estimativa geral, já que cada organismo e estilo de vida são únicos. 

O sono está relacionado com a manutenção e conservação de energia, amadurecimento do sistema nervoso central, fortalecimento do sistema imunológico, consolidação da memória e aprendizado, secreção e liberação de hormônios (hormônio do crescimento, insulina, entre outros), função termorreguladora, e tudo isso sem falar no poder de relaxamento e descanso da musculatura. 

Enquanto você dorme, o corpo diminui a produção de cortisol e adrenalina, e isso colabora para o controle do estresse. A perda de peso é outra questão também relacionada ao sono, pois quando dormimos a produção da leptina, hormônio da saciedade, aumenta, e, por sua vez, a de grelina, hormônio do apetite, cai. Ou seja, um sono adequado permite que o sistema fique mais bem regulado, diminuindo a vontade de atacar a geladeira no dia seguinte. 

Além de tudo isso, estudos apontam que noites mal dormidas podem causar perda auditiva repentina. Veja logo abaixo uma matéria que fala a respeito do tema:


 

Noites mal dormidas podem causar perda auditiva repentina


Se precisa de um motivo para dormir mais umas horas diariamente, aqui está: ouvimos melhor quando descansamos mais. Esta foi uma das principais conclusões de um estudo publicado no Archives of Otolaryngology - Head & Neck Surgery, no qual foi estabelecida uma relação entre a apneia do sono (paragem respiratória sucessiva durante o sono) e a perda repentina da audição.

Para alcançar estes resultados, os especialistas analisaram os hábitos de vida de mais de três mil indivíduos com perda repentina de audição. Cada um dos pacientes foi comparado a outros cinco da mesma idade e sexo sem problemas de audição. A correlação entre a apneia do sono e o episódio de perda de audição repentina foi verificada em 8% da população estudada.

A relação inversa foi ainda mais preocupante: os investigadores descobriram também que a população com perda repentina de audição estudada apresentava uma probabilidade 48% superior de má qualidade do sono (microdespertares e dessaturação frequente) comparativamente com os indivíduos que não possuíam perda auditiva.

A apneia do sono aumenta a pressão arterial e gera sobrecarga cardíaca, provocando alterações cardiopulmonares e cerebrais por hipoxia ou baixa de saturação de oxigênio durante o sono. O ouvido interno é um órgão sensível à hipoxia e aos problemas vasculares pelo que, consequentemente, a sua função pode ficar afetada, nomeadamente a qualidade da audição. A perda de audição está assim indiretamente relacionado com a qualidade do sono e a presença da apneia. É de extrema a importância que, assim que existe uma percepção do problema, o individuo procure um tratamento adequado, mesmo que a perda auditiva seja considerada leve. Os recursos atuais para tratamento da apneia do sono, seja com dispositivos médicos ou com cirurgia (quando esta está indicada),podem revelar-se bastante importantes na qualidade de vida das pessoas. Em relação à perda auditiva a utilização de próteses auditivas pode representar uma grande ajuda para ultrapassar este problema», refere a otorrinolaringologista Rosa Castillo. 

Estima-se que cerca de um milhão de portugueses sofre de apneia obstrutiva do sono, e que esta afeta 24% da população adulta masculina com idade superior aos 40 anos. Curiosamente, estima-se igualmente que a perda auditiva afete cerca de um milhão de portugueses. Destes, 35% são indivíduos com idade superior a 65 anos.

 

Link: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=759703

 

Fontes de pesquisa: http://www.institutobrasileirodosono.com.br


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