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INTERNE ALERTA: Solidão faz mal a saúde e pode prejudicar a imunidade do corpo!

Pessoas que vivem sozinhas tendem a seguir rotina de vida menos saudável. Segundo dados do IBGE, nos últimos 20 anos, no Brasil, o número de casas habitadas por um morador passou de 7% para 12%.

 

As ligações entre a solidão e suas danosas consequências para a saúde física e mental são complexas. Neurocientistas que trabalham nesta área acreditam que cada um de nós tem uma certa expectativa de estar com os outros que nós herdamos de nossos pais e do nosso ambiente de conexão social com os quais nos sentimos confortáveis. Isso explica por que nem todos são igualmente sensíveis ao sentimento de solidão, como temos diferentes necessidades e expectativas em nossos relacionamentos com os outros. 

O ser humano não nasceu para viver sozinho e que não existe desenvolvimento humano sem vínculos entre os diversos grupos sociais, isso já foi comprovado pele antropologia e hoje é um senso comum. 

O sentimento de solidão é um alerta para a busca de companhia, assim como a fome e a sede são alertas que o corpo está precisando de alguma coisa. Ter um grupo de amigos é uma necessidade do ser humano. Contudo, se sentir sozinho em alguns momentos significa ter uma vida saudável. Todos nós, todos os dias, podemos entrar e sair do estado de solidão. E isso é super normal. Porém, o isolamento total pode até comprometer seu bem-estar. 

Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Grã-Bretanha, a solidão faz tanto mal à saúde quanto o cigarro – por exemplo. O estudo conclui que a solidão afeta até a forma como o cérebro das pessoas funciona. 

Os solitários também sofrem problemas físicos. Aqueles que vivem sozinhos têm menos motivação e tendem a seguir uma rotina de vida menos saudável, uma vez que não têm estímulos. Com isso, têm sua imunidade enfraquecida, levando a depressão, ao aumento do estresse e até da pressão sanguínea. 

De acordo com uma matéria publicada pelo Diário de Pernambuco, a solidão pode ser tão pior quanto algumas doenças crônicas – sobretudo durante a terceira idade. Logo abaixo você poderá conferir na íntegra a referida publicação:


Isolamento é tão ruim para a longevidade quanto doenças crônicas

Idosos contam como vivem bem driblando a solidão


"Existem adversidades, mas é importante ver que cada fase da vida tem a sua beleza", Rafa Daher, 102 anos. FOTO: Luisa Marini/Divulgação


Filha de libaneses que vieram tentar a sorte no Brasil, Rafa Daher Ceva chegou à cidade goiana de Ipameri com a estrada de ferro, em 1912. Lá, formou a família e realizou o sonho de ser professora. A senhora de 102 anos ensinou o português a gerações de adolescentes do interior goiano. Hoje, recebe o carinho por onde passa. “Eu não falo de dor, não me queixo da velhice. Deus me deu coisas que nem mereço. Existem adversidades, mas é importante ver que cada fase da vida tem a sua beleza, e o que me motiva a estar viva é fazer o melhor para mim e para os outros. Ter muitas pessoas boas ao meu redor ajuda a me manter viva e em atividade”, diz. 

A afirmativa de dona Rafa é constatada em um estudo científico feito com 3 milhões de pessoas e publicado recentemente na revista Perspectives on Psychological Science. Segundo os pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, a longevidade está ligada a fatores que vão além de cuidados com a saúde física, como a prevenção de doenças crônicas. Para se ter vida longa, também é necessário construir laços familiares e de amizade fortes. Por isso, a solidão e o isolamento social são uma ameaça tão grande quanto a obesidade.

Dona Rafa conta que sempre teve a casa cheia. O marido da ex-professora de português, o engenheiro civil Cesar Augusto Ceva, começou a praticar radioamadorismo ainda no início da década de 1940. “Antes mesmo de ele ter criado a rádio Xavantes (a segunda do estado de Goiás), sempre combinávamos horários para conversar com outros radioamadores. Muitas vezes, nunca tínhamos nos visto pessoalmente. Hoje, as pessoas também conversam sem se conhecer pessoalmente, né?”, compara.Em 1947, com o surgimento da rádio comercial, a casa do casal se encheu de artistas que vinham até a cidade para se apresentar. Estrelas como os cantores Emilinha Borda, Ivon Curi e Ruy Rei, além do presidente Juscelino Kubitschek e do escritor Malba Tahan, foram recepcionadas, conta ela. Quando o marido de dona Rafa morreu, há 25 anos, o movimento foi reduzido. “Sempre gostei de gente na minha casa, gente em volta da minha mesa, gosto de conta.



Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2015/04/14/internas_cienciaesaude,571415/isolamento-e-tao-ruim-para-a-longevidade-quanto-doencas-cronicas.shtml



Fontes de pesquisa: http://www.einstein.br

                              http://www.blogdasaude.com.br


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