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INTERNE ALERTA: Quase 25% da população brasileira adulta sofre de pressão alta


Segundo esta pesquisa realizada pelo Vigitel, os números mostram que as mulheres são maioria nesse cenário.


Hipertensão, usualmente chamada de “pressão alta”, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 09. Ela se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. Pois bem, a população brasileira tem sofrido cada vez mais com este mal.

A pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Esses vasos são recobertos internamente por uma camada muito fina e delicada, que é machucada quando o sangue está circulando com pressão elevada. Com isso, eles se tornam endurecidos e estreitados – podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper.

Quando o entupimento de um vaso acontece no coração, causa a angina que pode ocasionar um infarto. No cérebro, o entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao "derrame cerebral" ou AVC. Nos rins podem ocorrer alterações na filtração, até a paralisação dos órgãos. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado, bem conduzido por médicos.

De acordo com uma recente pesquisa, divulgada na última terça-feira, pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) – 24,8% da população brasileira adulta sofre de pressão alta e os números mostram que as mulheres são a maioria neste cenário:

Veja a matéria, na íntegra, publicada pelo Diario de Pernambuco – logo abaixo:


Pesquisa diz que quase 25% da população brasileira adulta têm pressão alta

Estudo revelou ainda que a população apresenta baixa percepção sobre o consumo de sal em excesso, já que 47,9% dos entrevistados consideram seu consumo adequado.


Pesquisa divulgada nesta terça, pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) indica que 24,8% da população brasileira adulta têm pressão alta.

Os números mostram que as mulheres são maioria nesse cenário. Elas respondem por 26,8% dos casos, enquanto os homens são 22,5% dos registros. A pesquisa mostra que a quantidade de hipertensos aumenta com o avanço da idade e com a diminuição da escolaridade.

Entre as capitais, Palmas (TO) apresenta o menor número de hipertensos no país, com 15,2%. Porto Alegre (RS) responde pela maior taxa, com 29,2% das pessoas adultas com hipertensão.

O estudo revela ainda que a população brasileira apresenta baixa percepção sobre o consumo de sal em excesso, já que 47,9% dos entrevistados consideram seu consumo de sal adequado. Apenas 2,3% admitem ter consumo muito alto e 13,2% consumo alto.

A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde, Deborah Malta, lembrou que doenças crônicas como a hipertensão respondem por 72% das causas de morte na população brasileira.

Segundo ela, os fatores de risco incluem o tabaco, consumo de álcool e a alimentação inadequada, como o alto consumo de sal, de carnes com gordura e de açúcar em excesso.

"Mais da metade da população de idosos brasileiros tem pressão arterial elevada. A retirada do sal dos alimentos terá impacto fundamental", afirmou Deborah Malta.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforçou a recomendação de que o brasileiro evite o consumo de alimentos processados, priorize o consumo de alimentos in natura e fique atento para o preparo das refeições. "É fundamental que se tire o saleiro da mesa, seja ela de casa ou do restaurante", acrescentou o ministro.


Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2015/05/13/internas_cienciaesaude,576395/pesquisa-diz-que-quase-25-da-populacao-brasileira-adulta-tem-pressao-alta.shtml


A hipertensão não tem cura, mas tem tratamento para ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente, que depende das comorbidades e medidas da pressão. É importante ressaltar que o tratamento para hipertensão nem sempre significa o uso de medicamentos - mas se estes forem indicados, ela deve aderir ao tratamento e continuar a tomá-lo mesmo que esteja se sentindo bem. Mas mesmo para quem faz uso de medicação é imprescindível adotar um estilo de vida saudável:


- Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;

- Não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;

- Praticar atividade física regular;

- Aproveitar momentos de lazer;

- Abandonar o fumo;

- Moderar o consumo de álcool;

- Evitar alimentos gordurosos;

- Controlar o diabetes e outras comorbidades.


Fonte de pesquisa: http://www.sbh.org.br


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