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Lazer é um elemento importantíssimo para a qualidade de vida das crianças!


Na quarta matéria da série “Infância feliz: uma vida com mais dignidade e saúde!”, a Interne vai lembrar a importância das atividades de diversão para a saúde da garotada.

Sabe aquela máxima que diz: “Brincadeira tem hora”? Pois bem, tem hora e este momento deve ser sagrado para todo ser humano – sobretudo para a criançada! Na quarta matéria da série “Infância feliz: uma vida com mais dignidade e saúde!”, a Interne Soluções em Saúde vai lembrar a importância das atividades de diversão para a saúde da garotada.

O direito de brincar é reconhecido internacionalmente desde 1959 como consta na Declaração Universal dos Direitos da Criança, que prevê o brincar como uma vertente do direito à liberdade de meninos e meninas. Segundo especialistas, a infância brasileira tem passado por profundas transformações, influenciada pela intolerância do capitalismo, pelo complexo sistema da globalização, e pela redução do tempo livre devido ao “culto ao trabalho”, dentre outros fenômenos sociais modernos.

O lazer é algo que está presente na vida das pessoas, mas nem todos sabem a importância dessa atividade, que traz muitos benefícios para nossa qualidade de vida. Entre os seus benefícios podemos citar o combate ao estresse, que assim facilita a circulação do sangue, promovendo um equilíbrio no meio interno do corpo, colaborando na manutenção da saúde.

Como dito antes, o princípio VII da Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada por unanimidade pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1959, já estabelece: “toda criança tem direito ao lazer infantil”. Brincar é essencial para o desenvolvimento do seu filho - e o valor da brincadeira não pode ser subestimado.

Brincar tem um viés que vai muito além da simples fantasia. Enquanto um adulto vê apenas uma criança empilhando bloquinhos, para o pequeno aquilo significa experimentar as possibilidades de construir e conhecer novas cores, formatos e texturas.

Todas as atividades devem ser desenvolvidas sob a supervisão de um adulto e nos ambientes adequados.


Até os 02 anos

Nesta fase, a brincadeira tem que estimular os sentidos. Correr, puxar carrinhos, escalar objetos, jogar com bolinhas de pelúcia são atividades recomendadas.


03 a 04 anos

Começam as brincadeiras de faz de conta. As crianças respondem a brincadeiras de casinha, de trânsito, de escolinha e de outras atividades cotidianas.


5 a 6 anos

Os jogos motores (de movimento) e os de representação (faz de conta) continuam e se aprimoram. Surgem os jogos coletivos, de campo ou de mesa: jogos de tabuleiro, futebol, brincadeiras de roda.


7 anos acima

A criança está apta a participar e se divertir com todos os tipos de jogos aprendidos, mas com graus de dificuldade maiores.


A relação de lazer na escola e nas instituições de ensino também são afetadas pela visão superficial do significado do direito ao lazer – que acha que os momentos de diversão são perda de tempo. Muitas vezes o educador imagina que as brincadeiras pedagógicas podem entrar no lugar do brincar, mas isso pode ser um pensamento equivocado. Apesar da criança também gostar desse tipo de brincadeira, ela não pode entrar no lugar do brincar livremente. É nesse espaço que o pequeno cria as suas próprias regras, inventa o seu próprio jogo, se comunica e pensa livre – o que quer fazer e compartilhar socialmente.

O Unicef – por exemplo – destaca a importância do lazer não somente no ambiente escolar, mas em todos os espaços. Sabe-se que todo espaço público, familiar e comunitário é de aprendizagem e precisam ser estimulados.

Brincadeiras de rua, banho de mangueira no quintal, ter contato com animais e correr livremente por aí, são algumas das atividades consideradas importantes para o processo de aprendizagem infantil. Porém, o trabalho, que a princípio deveria atingir somente a fase adulta, já faz parte do universo infantil, reduzindo cada vez mais o tempo da infância. O direito ao lazer e brincar, legitimado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição, é tratado como menos importante ou supérfluo. Passa muitas vezes despercebido na elaboração de políticas públicas que protegem e garantem os direitos de crianças e adolescentes em todos os campos

É importante ressaltar a relevância da questão dos direitos em todos os campos. Fala-se sempre em saúde, educação, cultura de maneira integrada e o lazer de forma isolada das outras esferas, mas todos são áreas totalmente sinérgicas e que devem ser vistas como ferramentas indispensáveis para uma excelente qualidade de vida!



Fonte de pesquisa:  http://www.epsjv.fiocruz.br/

http://www.portaleducacao.com.br/

http://www.cnmp.mp.br/

 

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