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Matéria expõe os principais malefícios causados pelas noites de sono mal dormidas:


A publicação da Revista Longevidade em Foco mostra que pessoas com distúrbios do sono, como insônia, estão sujeitas ao risco de desenvolver várias doenças – inclusive cardíacas.


São inúmeros os motivos que tiram nosso sono. Tem gente que não dorme por conta das preocupações do dia a dia; há aqueles que optam pela noitada em detrimento do descanso físico; existe quem não consiga pregar os olhos quando divide o colchão com outra pessoa; e, claro, não podemos esquecer dos indivíduos que viram a madrugada trabalhando. Mas o resultado é sempre o mesmo: baixo rendimento no dia seguinte e também complicações para a saúde.

O sono pode ser de má qualidade tanto pela insuficiência de horas quanto pela fragmentação. Para conseguir dormir melhor, médicos indicam seguir a higiene do sono.

De acordo com o estudo da Perelman School of Medicine da University of Pennsylvania, nos Estados Unidos, pessoas com distúrbios do sono, em pelo menos três noites por semana, em média, eram 54% mais propensas a ter diabetes, 98% mais propensas a apresentarem doença arterial coronariana, 80% mais propensas a ter um ataque cardíaco e 102% mais propensas a terem um acidente vascular cerebral. Além disso, os cientistas mostraram que a má qualidade do sono acelera o processo de envelhecimento. Isso acontece porque sem o repouso adequado, o organismo fica em estado de estresse e, assim, aumenta a produção de radicais livres. Com tantos prejuízos à saúde o mais assustador é que segundo a Organização Mundial de Saúde, apenas 5% dos brasileiros que sofrem de insônia procuram ajuda adequada.

Veja logo abaixo a publicação da Revista Longevidade em Foco sobre os malefícios causados pelas noites de sono mal dormidas:



Fontes de pesquisa: http://www.absono.com.br/


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