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Dormir mal engorda, gera dificuldades de concentração e doenças cardiovasculares!


Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que mais de 40% da população brasileira convive com a insônia. Especialistas alertam que adquirir certos hábitos pode ajudar a minimizar ou acabar com os sintomas da doença.

Dormir pouco e mal resulta em cansaço, sonolência durante o dia e alterações do humor. Já passou por isso? Mas os problemas da privação de sono não param por aí.  Você sabia que podem levar à maior predisposição para diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares, além de reduzir a imunidade?

Irritabilidade, cansaço e até ansiedade. Queixas muito comuns causadas pela insônia, distúrbio cada vez mais frequente. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que mais de 40% da população brasileira convivem com a doença. Especialistas alertam que adquirir certos hábitos podem ajudar a minimizar ou acabar com os sintomas da insônia.

Sintomas como ronco, pausas respiratórias, inquietação e movimentação excessiva das pernas, por exemplo, são indicadores de doenças que prejudicam o sono. A apneia do sono e a síndrome de pernas inquietas são males comuns que costumam atrapalhar a qualidade do sono.

A média adequada de horas de descanso fica entre sete e oito horas por noite. Mas a necessidade varia de pessoa para pessoa. Há quem durma seis horas e se sinta bem e descansado, enquanto outros precisam de até 10 horas. Mas o que se vê é que a grande maioria da população está dormindo abaixo do limite. Outro fator importante é a qualidade do sono. Sabe-se que mais de 30% da população apresenta a apneia obstrutiva do sono. Portanto, ambos os fatores têm ocasionado consequências a médio e longo prazo, tanto com prejuízo físico como mental e emocional.


Conheça alguns problemas que noites mal dormidas podem acarretar:


Dificuldade de concentração e problemas de memória

Várias pesquisas mostram que as conexões nervosas no cérebro se fortalecem durante o sono e as diferentes fases dele têm seus papéis no fortalecimento da memória. Se temos um sono com vários despertares, essas fases são interrompidas e a memória e capacidade de atenção ficam prejudicadas.


Obesidade

Uma das explicações de como a falta de sono aumenta as chances de se tornar obeso é que a pessoa muito cansada não tem ânimo para se exercitar e queimar calorias. Especialistas em medicina do sono também mencionam que quem não dorme bem acaba ingerindo mais calorias por um desbalanceamento entre hormônios que controlam o apetite: leptina e grelina.


Depressão

Dificuldade para dormir é muitas vezes o primeiro sintoma de uma depressão. Vários estudos mostram que 15% a 20% das pessoas com insônia vão desenvolver depressão. Essa relação ainda não é completamente esclarecida, mas parece que pessoas deprimidas têm padrões de sono anormais.


Problemas cardiovasculares

Pessoas que dormem menos que seis horas por noite podem ter até duas vezes mais chances de ter um infarto ou derrame do que as que descansam oito horas. O motivo não é completamente claro, mas sabe-se que dormir pouco altera os níveis de pressão sanguínea e o metabolismo da glicose no sangue, fora que fatores inflamatórios são liberados em maior quantidade no sangue, danificando as paredes das artérias.


Baixa imunidade

Anticorpos e células que lutam contra as infecções ficam reduzidas quando não se dorme o suficiente. Durante o sono, nosso sistema imune libera proteínas chamadas citocinas, que precisam aumentar quando temos infecções, inflamações e estamos sob estresse. A falta de sono reduz em muito a produção dessas citocinas.


Discuta as características do seu sono com o médico e, havendo necessidade, procure um profissional em Medicina do Sono para realizar o diagnóstico e tratamento de possíveis enfermidades.


Confira algumas dicas para suas noites de sono serem com mais qualidade:

– Mantenha o seu quarto silencioso, com temperatura confortável e totalmente escuro. Desligue ou cubra qualquer fonte luminosa no quarto e desligue o alerta de mensagens do celular;

– Não leve para a cama tablets, celulares e computadores;

– Não assista TV no quarto. Preserve o ambiente do quarto para o sono;

– Evite bebida alcoólica e cafeinadas por pelo menos seis horas antes de dormir;

– Realize refeições leves à noite, de preferência no mínimo duas horas antes de dormir;

– Mantenha uma rotina de horários para se se deitar e levantar;

– Não fique na cama sem sono. Após aproximadamente 15 minutos sem dormir, levante-se e vá para outro ambiente. Leia um livro ou revista para distrair e espere o sono para voltar para a cama;

– Jamais olhe para o relógio caso acorde durante noite. Checar a hora apenas o deixará frustrado e ainda mais alerta.



Fonte de pesquisa:  http://blogs.ne10.uol.com.br/

  http://saude.terra.com.br/


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