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Sono: Universidade inglesa revela técnica ideal para combater a insônia


Além disso, o estudo revela que a mudança de hábitos é fundamental para se dormir bem!

Dormimos em média um terço da nossa vida. Iniciamos a vida dormindo dezesseis horas e na sociedade ocidental, no indivíduo adulto, a quantidade de sono nas vinte e quatro horas diárias varia em média de sete a oito horas.

Uma vez que são tantas e tão importantes as funções do sono, fica fácil entender a existência de várias doenças relacionadas ao letargo: ronco e apneia, insônia, bruxismo, narcolepsia, parassonias (sonambulismo, terror noturno, falar dormindo, etc), movimentos periódicos dos membros durante o sono, síndrome das pernas inquietas, dentre muitas outras.

Dessa forma, dormir bem é muito importante para se manter a saúde, e jamais se deve encarar a hora de dormir bem como perda de tempo como muitas pessoas fazem. Se você tem problemas com seu sono, não perca tempo, procure um bom médico.

De acordo com um estudo Universidade de Northumbria, na Inglaterra – uma terapia cognitiva comportamental é o principal método indicado para o tratamento da insônia. Veja logo abaixo:


Técnica adequada ajuda a superar insônia e dormir bem

Estudo de universidade inglesa revela que mudanças de hábito é fundamental

Ter rotina rígida é aconselhável para evitar problemas ao ir dormir (Foto: Istock)

Rio - A insônia aguda pode ser tratada através de sessões de terapia. É o que mostra estudo da Universidade de Northumbria, na Inglaterra. A pesquisa reuniu 40 pessoas, em dois grupos. Metade recebeu o tratamento e, desses, 73% indicaram melhoras no sono depois de três meses de terapia.

A neurologista Andrea Bacelar, especialista em distúrbios do sono, explica que a insônia pode ser crônica ou aguda. A primeira acontece quando há queixa para iniciar ou manter o sono, e o problema é registrado três vezes por semana por pelo menos três meses. A aguda é quando ocorre por menos de três meses.

Segundo Andrea, a terapia cognitiva comportamental é o principal método indicado para o tratamento. Mas, geralmente, é mais usada contra a insônia crônica.

Andrea afirma que a técnica já é usada no Brasil também para tratar a insônia aguda, mas somente em casos de transtornos de estresse pós¬traumático. Eles aparecem quando a pessoa fica traumatizada após ser submetida ou presenciar eventos violentos — como um assalto com pessoas feridas, por exemplo — e isso afeta seu sono. “A terapia vai ressituar a pessoa”, destaca.

O tratamento é feito em oito sessões de uma hora, uma vez por semana. “Ela tem um foco. O especialista vai intervir em situações que atrapalham o sono. Tem que mudar aquele comportamento”, explica Andrea.

Uma das atividades recomendadas é adotar um diário do sono. Nele, o paciente deve registrar o horário em que deita e o em que se levanta. Outra medida é determinar que a pessoa só pode deitar na cama para dormir, excluindo outras atividades. Também são usadas técnicas de relaxamento e de reestruturação cognitiva (mudanças no pensamento).

A neurologista conta que é raro pacientes se queixarem da insônia aguda porque, geralmente, acham que ela desaparecerá. Isso acontece porque, na maior parte dos casos, a dificuldade no sono é causada por problemas emocionais ou cotidianos. Entre os mais comuns, estão a falta de dinheiro, problemas sentimentais e doença na família.

Se essas situações específicas estão sendo resolvidas, a ajuda médica não é necessária. Caso contrário, a recomendação é procurar um especialista. “Quando a gente não sabe o que gera esse problema, a busca ao médico deve ser imediata”, recomenda Andrea Bacelar.

Para evitar problemas no sono, a neurologista recomenda horários certos para dormir, evitar claridade excessiva ou trabalhar em turnos. Fazer atividades físicas também ajuda, mas até quatro horas antes de deitar.


Assistir à TV leva a bullying

O tempo em frente à TV aos dois anos pode aumentar as chances de a criança sofrer bullying, segundo estudo da Universidade de Montreal. Os cientistas observaram 991 meninas e 1.006 meninos no Canada.

Na pesquisa, os pais informaram os hábitos dos filhos de assistir a programas, e os assédios foram relatados pelas crianças. Os pesquisadores questionaram quantas vezes algum colega tirava pertence delas ou foram verbal ou fisicamente agredidas.

“É plausível que hábitos precoces de vida, caracterizados por menos experiências interativas, possa resultar em déficits de habilidades sociais”, disse a pesquisadora Linda Pagani.


Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-07-20/tecnica-adequada-ajuda-a-superar-insonia-e-dormir-bem.html



Fonte de pesquisa: http://www.institutobrasileirodosono.com.br/


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