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CuraBem | Por que avaliar o pé do paciente DM?

 




Pessoas com DM apresentam uma incidência anual de úlceras nos pés de 2% e um risco de 25% em desenvolvê-las ao longo da vida.


Aproximadamente 20% das internações de indivíduos com DM são decorrentes de lesões nos membros inferiores.

Complicações do Pé Diabético são responsáveis por 40% a 70% do total de amputações não traumáticas de membros inferiores na população geral.

85% das amputações de membros inferiores em pessoas com DM são precedidas de ulcerações, sendo os seus principais fatores de risco a neuropatia periférica, as deformidades no pé e os traumatismos.


Como deve ser a frequência de avaliação desses pacientes nas instituições? 


O que é o pé DM?

Denomina-se Pé Diabético a presença de infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos profundos associados a anormalidades neurológicas e a vários graus de doença vascular periférica em pessoas com DM (GRUPO DE TRABALHO INTERNACIONAL SOBRE PÉ DIABÉTICO, 2001).


O Pé Diabético pode ser classificado, segundo sua etiopatogenia, em:

• Neuropático.

• Vascular (também chamado isquêmico).

• Misto (neurovascular ou neuroisquêmico).


Evidências científicas mostram que os cuidados que mais produzem impacto positivo na saúde da pessoa com DM são frequentemente negligenciados (como, por exemplo, a abordagem para cessação do tabagismo e avaliação dos pés); enquanto que a excessiva preocupação de pacientes e profissionais com o controle glicêmico não beneficia o indivíduo tanto quanto os profissionais

imaginam (ERLICH et al., 2014). Com o intuito de transmitir, de maneira simples e clara, a importância da abordagem integral da pessoa com DM, foi criado o desenho de uma mão, cujas intervenções são apresentadas do dedo polegar ao dedo mínimo em ordem decrescente de relevância para os resultados na saúde do indivíduo (ERLICH et al., 2014)


São fatores de risco para desenvolvimento de úlceras e amputações (as duas principais complicações do Pé Diabético), quase todos identificáveis durante a anamnese e o exame físico do indivíduo (BOULTON et al., 2008):


• História de ulceração ou amputação prévia.

• Neuropatia periférica.

• Deformidade dos pés.

• Doença vascular periférica.

• Baixa acuidade visual.

• Nefropatia diabética (especialmente nos pacientes em diálise).

• Controle glicêmico insatisfatório.

• Tabagismo.



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